Luz e trevas
Desde o começo
“Viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre luz e trevas.” Gn 1:4
O Eterno criou o dia e a noite. Para efeito de leitura espiritual, o entendimento das coisas é chamado de luz, enquanto, a escolha pelo mal é nomeado de trevas.
Houve um elogio para a luz, e silêncio quanto às trevas. “Viu Deus que era boa a luz…” As trevas parecem uma soturna necessidade, para, quiçá, pelo contraste acentuar o valor da luz.
Não há registro que tenham sido criadas; “Havia trevas sobre a face do abismo, O Espírito de Deus se movia sobre as águas…” v 2
As trevas são apresentadas como se tivessem geração espontânea, sem a intervenção do Criador.
Os que perguntam “Por que Deus criou Satanás?” poderiam pensar.
Ele foi criado como anjo perfeito; a origem das trevas, em seu coração, não teve participação Divina. “Elevou-se teu coração por causa da tua formosura, corrompeste tua sabedoria por causa do teu resplendor…” Ez 28:17 Formosura e resplendor lhe foram dados; ele gerou trevas porque quis ser Deus.
Pois, “matais mutandis” a volta do Senhor será uma espécie de separação entre luz e trevas. À luz chamará salvação, e às trevas perdição. “… Rejeitemos, pois, as obras das trevas, e vistamo-nos das armas da luz.” Rom 13:12
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