Maldade em xeque
Aprendamos a bondade
“Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos Céus, dará bens aos que Lhe pedirem?” Mat 7:11
Como seriam se uma pessoa de nosso relacionamento dissesse que somos maus? Que falta de tato! Que fala mais desnecessária! Algo assim nos ocorreria, não é?
A Divina Palavra se preocupa antes, em desfilar veraz, mesmo ferindo nossos melindres.
Todos somos maus. “Não há um justo sequer.” A maior prova que isto e verdadeiro, é que a imensa maioria jurará que não é; que é uma pessoa “super do bem”, extremamente confiável. Faz parte da nossa maldade, a privação de autocrítica, falta de noção.
Essa privação, por causa do ego entronizado e as parcialidades convenientes, que ele fomenta em nossas almas, não precisa trazer anexo a negação de todas as virtudes. Podemos ao menos, sermos honestos e sinceros, admitindo nossos lapsos.
Demócrito um pensador das antigas dizia: “Bondade se aprende.” Pois, O Salvador convidou: “Vinde a Mim… aprendei de Mim…” Mat 11;28 e 29
“Confia no Senhor de todo teu coração, não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, Ele endireitará tuas veredas. Não sejas sábio aos próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.” Prov 3:5-7
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