Meretriz
camuflagens
Ah, as máquinas, e seus humanos impulsos!
a locomotiva da verdade andando off Road;
a decência anoréxica pensa cortar os pulsos,
o eufemismo nunca termina o seu download,,,
nos dão uns pirulitos por breves momentos,
mas, logo voltam ao esconderijo das moedas;
as raposas “kamikazes” ejetam seus assentos,
sorvem a delícia do vôo em seus pára-quedas…
Ali Babá ousado promete deter aos quarenta,
e, como antídoto se camufla o corrupto vírus;
jura desconhecer o milho, apesar da polenta,
e nos garante, vão doar sangue, os vampiros…
palavras, words, paroles, crise de identidade,
sem rumo e sem nexo consultam ao analista;
a mentira não devolve o roupão da verdade,
os incautos adestrados “ouvem” com a vista…
que ciúme dos bichos os pacatos semoventes,
se abrigam de nada, e cagam para bandeiras;
que vale ser racionais se estão todos doentes,
a razão nas algemas da paixão mera, rameira…
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