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Misericórdia

Misericórdia

A boa escolha

“Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, não sacrifício, não condenaríeis os inocentes. Porque o Filho do homem até do sábado é Senhor.” Mat 12:7 e 8 

Os discípulos, com fome, colheram e comeram espigas num sábado; isso bastou para que os religiosos condenassem o gesto. 

Afinal, o sábado deveria ser guardado ao Senhor. Porém, também estavam escritas outras coisas; uma, O Salvador citou: “Misericórdia quero, não sacrifício.”  

O sacrifício é um ascetismo mediante o qual alguém busca bens para si; misericórdia nos faz altruístas, preocupados mais com a necessidade do próximo. 

Por não desenvolverem um sadio relacionamento com O Eterno, tampouco, o tinham com o semelhante. Mero zelo religioso desprovido de amor. 

A vida espiritual que não nos melhora, em relação a Deus e às legítimas necessidades humanas, certamente tem algum vício de origem, ou, lapso de entendimento.  

A conversão veraz salta aos olhos pelas transformações operadas. “Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou meus passos. Pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no Senhor.” Sal 40:2 e 3 

Longe o ácido vazio, que conceitua tudo o que é espiritual de mera religiosidade. Porém, na dúvida entre ortodoxo e misericordioso, não tenhamos dúvidas. 

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