Na vitrine
Nus diante de Deus
“Conheço as tuas obras…” Ap 2:2
Essa afirmação Divina tanto pode trazer alento, quanto, apavorar quem ouve; depende do calibre das suas obras.
Muitos perdem tempo em doentias disputas, sobre essa o ou aquela cosmovisão, interpretação; pela primazia de uma forma de crer etc.
Ora, O Salvador ensinou que seremos julgados pelos frutos, não pelas nossas simpatias a esse ou aquele intérprete.
Quando formos chamados ao “Tribunal de Cristo”, não seremos inquiridos se éramos calvinistas, arminianos, pentecostais, reformados, ou, outras variáveis assim. O Senhor poderá começar Sua fala conosco, como acima; “Conheço as tuas obras.”
Claro que a sanidade doutrinária é importante e não seremos salvos pelas obras. Porém, essas hão de testificar como nos comportamos atinente à Graça; se, a tendo recebido, nela permanecemos. “Porque somos feitura Sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.” Ef 2:10
Quem tem aptidão para a apologética deve se exercitar nela. Como disse Paulo: “As armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus para destruição das fortalezas; destruindo argumentos, e toda altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo.” II Cor 10:4 e 5
Contudo, evitemos contendas vãs, que produzem desgastes, escândalos, invés de frutos.
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