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Não piore o que está ruim

Não piore o que está ruim

Os lábios dos tolos

“Os lábios do tolo entram em contendas, e a sua boca clama por açoites.” Prov 18;6 

Onde já existe uma contenda, um desentendimento, tudo o que se precisa é que surja um pacificador, um promotor da paz, para que as “nuvens” se dissipem.  

Qual o sentido de intervirmos numa situação que está ruim, para piorá-la? 

Há um provérbio hindu que diz: “Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o teu silêncio.” 

Pois, no caso em apreço, o silêncio do que entrou gratuitamente na contenda seria a melhor postura; afinal, “Até o tolo, estando calado, é tido por sábio; e o que cerra os seus lábios, por entendido.” Prov 17;28 

Em geral, por causa da carga emocional envolvida, os que contendem perdem a condição de uma visão mais clara das coisas; o que vê de fora, não precisa sofrer dessas limitações; e se intervier, deve fazê-lo para desarmar os espíritos e facultar o entendimento.  

“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus.” Mat 5;9 

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