O afastamento de Deus
A quem queria distância
“Eis que vêm os dias, diz o Senhor Deus, em que enviarei fome sobre a terra; não fome de pão, nem sede de água, mas de ouvir as Palavras do Senhor. Andarão errantes de mar a mar, do norte até o oriente; correrão por toda parte, buscando a Palavra do Senhor, e não acharão.” Am 8;11 e 12
O Eterno avisou que a aversão deles pela verdade seria julgada.
Sentiriam fome e sede que não poderia ser saciada. O silêncio do Senhor, desde Malaquias, o último profeta do Antigo Testamento, até João Batista, o Arauto do Senhor, foi de aproximadamente 400 anos.
Quando João começou a pregar, nem precisou fazê-lo no templo, nas praças. As pessoas iam a ele, junto ao rio, tal a sede.
O Eterna acenara com aquele juízo e o cumprira. Para agora, não falou em silêncio, mas barulho demais, barulho estranho. “Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo seus próprios desejos, não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas.” II Tim 4;3 e 4
Existe formas diferentes de rejeitar à Palavra de Deus. Silenciar, perverter, distorcer; no fim, o resultado é o mesmo. “Não quiseram Meu conselho e desprezaram toda Minha repreensão; portanto, comerão do fruto do seu caminho, se fartarão dos seus próprios conselhos.” Prov 1;30 e 31
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