O amor é cego
O amante
“Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará…” Ecl 5:10
Dentre as estupidezes vigentes, certamente, o amor ao dinheiro figura.
Não me refiro ao desejo sadio de prosperar, crescer, mediante caminhos lícitos.
Aludo ao apego exagerado dos que, mesmo já possuindo muito, ainda se arriscam em burlas, falcatruas, visando amealhar ainda mais. Jogadores de futebol ganham num mês, o que um simplório não ganhará na vida inteira; sonegam impostos; políticos marajás, fazem escusos conchavos, visando amontoar ainda mais.
Se acreditam que a vida é apenas aqui, por que não a desfrutam já possuindo fartos meios? Porém, se creem que existe algo além, por que não se preparam? Em ambas as situações, muitos endinheirados se mostram pobres.
Fácil falar sobre a superioridade das coisas que o dinheiro não compra. Bom mote para quem quer encenar esmero filosófico. Agora viver de acordo, priorizando valores a cifrões, é ventura de poucos.
De certo ricaço alienado, O Salvador ensinou: “Deus lhe disse: Louco! Esta noite pedirão tua alma; o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus.” Luc 12:20 e 21
“A sabedoria serve de defesa, como de defesa serve o dinheiro; mas a excelência do conhecimento é que, sabedoria dá vida ao seu possuidor.” Ecl 7:12
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