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O Cordeiro da Páscoa

O Cordeiro da Páscoa

O nosso libertador

“Expurgai o fermento velho, para que sejais massa nova, assim como sois sem fermento. Porque Cristo, nossa Páscoa, já foi sacrificado.” I Cor 5;7 

Isso figura a transformação, espiritual, mental, e atual, que o convertido deve demonstrar, se, deveras se rendeu a Jesus Cristo. 

Ímpios conselhos, maus hábitos, más companhias… essas coisas fazem parte do “fermento velho” que não mais deve atuar na vida de um cristão. “Pelo que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas passaram; e tudo se fez novo.” II Cor 5;17 

“Cisto a nossa Páscoa…” A Páscoa era um memorial que celebrava a libertação dos Hebreus do Egito. Sete dias de preparação com pães sem fermento; no dia do rito, ervas amargas e um cordeiro assado. 

Tanto a Páscoa era um memorial daquele livramento, quanto, um símbolo eloquente do livramento que Cristo operaria por todos. Ele é O Cordeiro cujo sangue nos redime; aflições que sofreu injustamente, são as “ervas amargas”; sua pureza, o pão sem fermento. 

Embora Sua perfeição nos seja inalcançável, devemos crescer Nele, tanto quanto pudermos, para honrar nosso Redentor. 

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