O desprezo à luz
E as consequências
“Não escutei a voz dos que me ensinavam, nem aos meus mestres inclinei meu ouvido!” Prov 5:13
Um que fez más escolhas na vida, no meio das consequências dessas, recapitulando seu pretérito e chegando às causas dos infortúnios presentes.
A primeira coisa que precisamos para aprender, é a admissão de nossa insipiência; com o acesso ilimitado da “sabedoria” virtual, a maioria prefere esses “filtros” para sair “bem na foto” a buscar por mais luz.
Além de admitirmos nossas necessidades, carecemos uma índole dócil, ensinável, curiosa e submissa. Um mestre que se preze não gastará latim, senão.
Onde não houver boa vontade para aprender, tampouco haverá proveito em ensinar.
Desprezar as portas que se abrem oferendo luz, e tardiamente lembrar disso, faz sofrer duas vezes. Pela privação e pela culpa.
Tiago aconselha: “Se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento, e lançada duma para outra parte.” Tg 1:5,6
Parece um pouco irônico, despropositado o dito de Sócrates: “Tudo o que sei é que nada sei.” Pois, quem conseguir identificar a esse “nada” já terá um belo começo.
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