O Dever da Palavra
Poder da palavra
“Melhor é que não votes, que votares e não cumprires.” Ecl 5:5
Muito se fala do “poder da palavra”. Quando diz que, a vida e a morte estão no poder da língua, se refere à seriedade de testemunhar num tribunal, sob solene juramento.
Uma palavra segura imputando um crime a alguém pode matar, (onde vige pena-de-morte) ou absolver. Por isso, impossível exagerar a importância do que se vai dizer.
Pois, acima, invés do poder da palavra, encontramos o dever quanto à Palavra, empenhada para com Deus. “Melhor é que não votes que, votares e não cumprires.”
Há situações, onde, a “garantia” que podemos oferecer a é nossa palavra. Da Sua, Deus diz: “… Eu velo sobre a Minha Palavra para cumpri-la.” Jr 1:12
Pois, o homem que pretende servir a Deus, deve agir semelhante, quanto à fala; isso, até mesmo em falas atinentes ao relacionamento com o semelhante; o que dizer de um compromisso solene, perante o Altíssimo em forma de voto?
Pode acontecer de nos comprometermos com algo, que depois se revelará prejudicial. Pois, que o prejuízo seja o que as circunstâncias impensadas trouxerem, não, a culpa por ter faltado com a palavra. Aquele que um dia habitará com O Altíssimo é um que, “… jura com dano seu, contudo, não muda.” Sal 15:4
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