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O escândalo da cruz

O escândalo da cruz

Indispensável

“Eu, porém, irmãos, se prego ainda a circuncisão, por que sou, pois, perseguido? Logo o escândalo da cruz está aniquilado.” Gl 5:11 

Paulo estava chamando os cristãos gálatas a um raciocínio lógico; eles foram gerados para a fé em Cristo pelo ministério de Paulo. Saindo ele para novos campos, chegaram os judaístas e começaram a misturar seu fermento.  

Ensinando coisas desnecessárias como circuncisão e guarda da Lei de Moisés. Como eles eram “filho na fé” do apóstolo, deveriam seguir o que ele ensinara não o “outro Evangelho” tardio. 

Se a judaísmo fosse o caminho, eu o estaria pregando também; porém, se o estivesse, não seria perseguido por eles, como sou. Pois, o “escândalo da cruz”, que incomodava seus protagonistas, deixaria de incomodar, se fosse esquecido. Esse era o raciocínio lógico que Paulo pretendia despertar. 

A mudança da Lei para Cristo não significa a permissão para pecar, por causa da Graça; antes, que em Cristo somos justificados sem as obras da Lei; capacitados a viver como Ele requer, num padrão inda mais alto que a lei; consciências purificadas no espírito.  

Assim fácil entender onde e quando, o uso da Lei soa ilegítimo; quando pretende eliminar pela substituição, a Cruz de Cristo. “Separados estais de Cristo, os que vos justificais pela Lei; da graça tendes caído.” Gl 5:4 

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