O espinho espiritual
O freio do Eterno
“Para que me não exaltasse demais pela excelência das revelações, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear…” II Cor 12;7
Muito se debate acerca disso; “espinho na carne”.
Alguns cogitam ser uma enfermidade, alguma limitação que o incomodava; porém, penso diferente.
O “espinho” veio depois do arrebatamento de Paulo. Uma doença não impede a exaltação. A pessoa pode estar à morte e ainda ser arrogante. Improvável que O Eterno usasse um “freio” assim.
“Acerca do qual três vezes roguei ao Senhor que o afastasse de mim.” v 8 Não se fala assim duma enfermidade; oramos para que sejam curadas, não afastadas.
O texto diz: “Um mensageiro de satanás.” Um espírito acusador, que, provavelmente trazia a memória seus erros pretéritos, para que não esquecesse de onde veio.
Quer dizer que esse acusador trabalharia para Deus? Qual o problema? Nos dias de Saul, Deus não enviava um assim contra ele, o qual só saía pelos louvores de Davi?
Os espíritos malignos precisam obedecer a Deus. Acaso é a nós que temem durante um exorcismo?
Enfim, mesmo com objeções do acusador, podemos perseverar num bom andar, diante de Deus, se o fizermos segundo Sua Graça.
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário