O Filho do Homem
Esvaziamento de Jesus Cristo
“Deu-lhe poder de também exercer o juízo, porque é o Filho do homem.” Jo 5:27
Apesar de gerado pelo Espírito Santo, portanto, sem a necessidade do homem, O Salvador fazia questão de chamar a Si mesmo de “Filho do Homem.” Por quê?
Paulo O chamou de “Segundo Adão.”
Veio feito homem, para resgatar o domínio que o primeiro homem perdera. Aos Olhos da Divina Justiça, deveria o Redentor estar sob as mesmas limitações, para que o resgate fosse válido. Assim, o que Adão perdera, um descendente deveria resgatar.
“Porque, na verdade, Ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão.” Heb 2:16 Se tivesse tomado anjos, a oposição questionaria a validade do resgate. Atribuiria injustiça ao Santo.
Se no prisma da isonomia de forças, a Justiça Eterna requeria que O Redentor tivesse limitações humanas, fosse mortal, no da remoção das nossas maldades deveria ser um Santo não encontrável na terra; “Porque nos convinha tal Sumo Sacerdote, Santo, Inocente, Imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime que os Céus; que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus pecados, depois pelos do povo; porque isto fez Ele, uma vez, oferecendo a Si mesmo.” Heb 7:26 e 27
A nós, pertencer ao “Filho do Homem”, significa sermos feitos filhos de Deus.
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