O juízo iminente
A um povo sonolento
“Os profetas profetizam falsamente, os sacerdotes dominam pelas mãos deles; Meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?” Jr 5:31.
Quando a falsidade prospera porque alguns, manipuladores se impõem, pelo engano, é uma situação muito ruim.
Porém, quando, é fruto de um desejo coletivo, onde, as pessoas não fazem questão de conhecer nem viver a verdade, onde o inocente, para que seja poupado?
O Senhor dissera: “Dai voltas às ruas de Jerusalém, e vede; informai-vos, e buscai pelas suas praças, a ver se achais alguém, ou se há homem que pratique a justiça, busque a verdade; Eu lhe perdoarei.” Jr 5:1
Quando a possível existência dum justo precisa ser tratada como incerteza, “se houver”, é porque a apostasia grassou por toda parte; era o caso, então.
O Juízo estava às portas; destruição pela mão dos caldeus, e cativeiro para os que sobrassem vivos. Jeremias fora feito portador.
Vivemos dias semelhantes. Os pregoeiros de falsidades acenando com a febre materialista, os coachs, encantadores de serpentes, e liberais “inclusivos” têm preferência. Eventuais idôneos arriscam acabar na prisão como Jeremias.
Aos que preferem esses agradáveis enganos, a mesma pergunta aquela: “… que fareis ao fim disto?”
Inda podem reconsiderar: “O avisado vê o mal e esconde-se; mas os simples passam e sofrem a pena.” Prov 27:12
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário