O “julgamento” de Jesus
A falta de integridade
“… Se este não fosse malfeitor, não te entregaríamos. Disse-lhes, Pilatos: Levai-o, julgai-o segundo vossa lei… A nós não é lícito matar pessoa alguma.” Jo 18; 30 e 31
Pilatos quis saber qual era a acusação contra Jesus; invés disso recebeu como garantia a “integridade” dos acusadores; “Se este não fosse malfeitor não te entregaríamos.” Qual tribunal aceitaria isso?
“julgai-o segundo vossa lei.” Aí, apresentaram seu “problema”: “A nós, não é lícito matar…” Ou, já condenamos à morte; mata Ele para nós, por favor!
Mentiram; pois, sua Lei previa pena de morte, em casos de adultério, feitiçaria, blasfêmia…
Por que precisavam da espada de Roma, então? Porque criam numa insurreição; se fosse condenado por Roma, o povo temeria, se comportaria.
Podemos diluir culpas, instigar outrem a fazer o que desejamos; isso só nos agrava. Acrescenta à maldade, covardia, hipocrisia. “Um abismo chama outro abismo”.
Diante de Deus, estamos nus.
“Porque A Palavra de Deus é viva e eficaz, mais penetrante que espada alguma de dois gumes; penetra até à divisão da alma e do espírito, das juntas e medulas; é apta para discernir pensamentos e intenções do coração. Não há criatura alguma encoberta diante Dele; antes, todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos Daquele com Quem temos de tratar.” Heb 4;12 e 13
Um valor que deveria ser buscado é Integridade.
“Fulano fala algumas besteiras fora da casinha, mas, tirando isso, prega muito bem”. Como saberia o simples, qual parte é comestível, e qual, venenosa?
Quem prega pequena heresia aqui, acaba incorrendo numa grande logo adiante.
Como numa corrida de revezamento onde, cada atleta passa o bastão ao seguinte, assim, os pregadores legam uma mensagem à geração vindoura. O “bastão” é A Palavra de Deus, cujo teor, segue inalterável.
Enfim, a conveniência invejosa daqueles matou Jesus; hoje, o comodismo preguiçoso mata outra vez, pela espada dos falsos profetas. Quem não se atrever a uma sadia relação com a verdade, que a tenha com o silêncio.
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