O prazer de Deus
Nossa conversão
“Vivo Eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis, ó casa de Israel?” Ez 33:11
Se, Deus tem prazer quando alguém se converte, mas escolhe de antemão quem irá se converter, como dizem os calvinistas, esse prazer não soa fajuto, teatral, mentiroso?
O Divino Prazer contagia todo o Seu “Ambiente”; “Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.” Luc 15:10
Se a salvação fosse mero “jogo de cartas marcadas”, como ensinam aqueles, essa alegria não faria o menor sentido. Seria como o Nicolas Maduro comemorando uma “vitória” eleitoral.
Uma coisa é a Divina Onisciência; outra, a manifestação espontânea, verdadeira, de alegria pelas almas conquistadas.
Embora a desobediência possa soar como mera conveniência de momento, Ezequiel a apresentou com sua soturna seriedade; a escolha pela morte. “Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que razão morrereis?”
Igualmente, um apelo assim, perderia o sentido; dado que os que iriam morrer, iriam, pela Divina pré-escolha, não, pela própria desobediência.
O ensino que precisa malabarismos para se equilibrar, e atribui ao Senhor coisas que a Palavra não o faz, convém ser evitado.
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