O radicalismo necessário
O Deus Único, É O Único
“Não terás outros deuses diante de mim.” Ex 20;3
A exclusividade do Senhor não é uma imposição. Cada um pode crer no que quiser; só não leve suas inclinações particulares diante do Deus Único.
Esses melindres, onde tudo ofende, exclui, não tolera, são da oposição.
Nalguns lugares, as pessoas são aconselhadas a não usar a expressão “Feliz natal”, para não ofender; deveriam usar o genérico “Boas Festas”.
O Deus vivo não é tolerante com o pecado; declara falsos, todos os deuses alternativos.
Não que o “Natal” seja expressão de Cristo. Tornou-se um casamento do mercantilismo com a hipocrisia; contudo querem tolher, em nome do ecumenismo.
No novo a verdade permanece; “… Amarás ao Senhor teu Deus de todo teu coração, toda tua alma, e teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento.” Mat 22;37 e 38
“… ninguém vem a Pai senão por Mim.” Jo 14;6 A exclusividade de Deus e do Salvador.
O cristianismo sadio é intolerante com o pecado. Quem se incomoda com isso, já fez sua escolha.
A salvação, embora oferecida a todos, será de uma minoria; não atua para harmonizar salvos e ímpios, ou, credos por discrepantes; para que todos morram abraçados fingindo viver.
Se alguém possui meia dúzia de deuses, credos, ideologias, paixões, “recebendo a Cristo” acredita que passou a ter sete, não entendeu nada.
Todo o resto vira lixo diante da “Pérola de Grande Valor”. Até o “Papai Noel” esse ladrão disfarçado de amigo do noivo.
Quem não tem coragem para uma ruptura radical com o mundo, não serve para Deus. “A vida eterna é esta: que conheçam a ti, como o Único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que Tu enviaste.” Jo 17;3
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