O sacerdócio hipócrita
Bênçãos reversas
“Agora, ó sacerdotes, este mandamento é para vós. Se, não ouvirdes e não propuserdes, no vosso coração, dar honra ao Meu Nome, diz O Senhor dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós, amaldiçoarei vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o coração.” Ml 2:1 e 2
Os que superestimam as bênçãos dos “ungidos do Senhor” precisam considerar esse aspecto relevante. Em última análise, quem abençoa é Deus. Se Ele não o fizer, nenhum rito, proclamação solene, ato profético, o fará.
Bênçãos ou maldições, dependem da Sua aprovação. Até o mercenário Balaão sabia; “Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? Como denunciarei, quando o Senhor não denuncia?” Nm 23:8
Quando Tiago diz que a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos, diz o mesmo. Antes de Deus aprovar nossas proclamações, conceder nossas petições, é necessário que aprove o nosso viver; sobretudo, aqueles que ocupam funções ministeriais na Casa do Senhor.
No caso em apreço, eram os sacerdotes dos dias de Malaquias, que profanavam ao Santo Nome, com sacrifícios defeituosos, culto profano, encenação religiosa sonolenta.
Aquele que se consagra, que pauta o viver pelos Divinos parâmetros, quando clama, seu clamor é ouvido, concedido. “Livrará até ao que não é inocente; porque será libertado pela pureza das tuas mãos.” Jó 22:30
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