O sal alugado
Os erros alheios
“Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros.” Mc 9:50
João dissera, que ele e os demais impediram a um expulsava demônios em Nome de Jesus porque não seguia com eles. O Salvador ordenou que não fizessem assim. Ensinou sobre o risco de se escandalizar aos humildes que Nele creem; afinal, quem não era contra eles era a favor; permissão às denominações; o que, por si só elimina a pretensão exclusivista das seitas.
Por fim, colocou a exortação que vimos acima. “tende sal em vós mesmos.” Sempre que nossa virtude for, “não sou como esse publicano…” digo, invés de ter um fruto próprio, preciso apresentar suposto lapso de outro, pretenderei suprir minha falta de sal, com meios alheios.
A boa apologética é necessária; quando oportuna, terá assento de honra na mesa do nosso serviço.
Porém, quando um ministério se ocupa em tempo integral, em mostrar o “que não é”, sem se preocupar com o ensino do que é, também revela falta de sal. Nosso chamado, acima de tudo é “… para que anuncieis as virtudes Daquele que vos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz;” I Ped 2:9
Não deixemos de denunciar erros; porém, tenhamos cuidados para não fazer disso, o nosso “acerto.” Tenhamos sal em nós; vivamos Cristo de modo que seja uma mensagem.
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