O santo, e o “mais santo”.
Os traços da ruindade interna
“Pois, os fariseus, todos os judeus, guardando a tradição dos anciãos, não comem sem lavar as mãos cuidadosamente; quando voltam do mercado, se não se purificarem, não comem. Muitas outras coisas há, que receberam para observar, como a lavagem de copos, jarros e vasos de bronze.” Mc 7;3 e 4
Por que esse excessivo zelo com as coisas aparentes, as que todos podem ver? Talvez, essa seja a principal razão da “santidade”; o fato de que todos a podem ver.
Quando as coisas “espirituais” são feitas para saltar aos olhos humanos, elas não passam daí. O Salvador disse, dos que ostentam sua religiosidade; “Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam sua recompensa.” Mat 6;2
Não que, ter cuidados higiênicos não seja o correto; o problema é quando esses, são demasiado ostensivos; pois, acabam sendo eloquentes reflexos da falta de higiene interna.
Enquanto o santo quer que Cristo apareça, em suas ações, porque Ele é digno, o hipócrita deseja aparecer bem, para camuflar sua indignidade.
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