O sexto mandamento
O valor da vida
“Não matarás.” 20:13
Deus usa os números segundo Seus propósitos. No sexto dia criou o homem. No sexto mandamento decretou a inviolabilidade da vida humana.
Na Antiga Aliança matar era punível com pena de morte. Salvas as mortes acidentais, para as quais, o arranjo das “cidades de refúgio” resolvia.
Na Graça, não significa que o pecado tenha perdido sua gravidade; apenas que o tempo foi prolongado entre culpa e juízo, para que o culpado tenha chance de rever sua postura se arrepender. Caso não o faça, a pena será mantida.
Já ouvi escarnecedores fazendo seu “trabalho” sobre isso: “Como ‘não matarás’ se Deus matou no Dilúvio, em Sodoma e Gomorra etc. Ora os mandamentos são para nós, não para Ele. Quando matou o fez em juízo, não por mesquinhos motivos como faz a humanidade.
A morte como “solução” de problemas, remoção de embaraços no caminho, é o “modus operandi” do inimigo e seus servos, não de Deus. “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer aos desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, pai da mentira.” Jo 8:44
Mentir também é uma forma de matar; atenta contra a verdade.
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