Carregando agora
×

O terceiro Mandamento

O terceiro Mandamento

Zelo com O Santo Nome

“Não tomarás o Nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar Seu nome em vão.” Ex 20:7 

Cresci numa cultura ímpia, onde, qualquer patranha que se pretendia colar era “afiançada” por um “juro por Deus”, sem o menor temor. O Santo Nome não era tomado em vão, apenas; mas. como fiador de mentirosos, portanto, de modo profano. 

Quando se fala Nome, não significa o Nome Próprio, pois, O Criador aparece na Palavra por algumas dezenas de nomes diferentes. O Altíssimo, O Eterno, O Criador, O Senhor, O Todo-Poderoso, Jeová, Jeová Rafá etc. 

O Nome tem a ver com a identidade e a honra. “O filho honra o pai, o servo, seu senhor; se Eu Sou Pai, onde está Minha honra? Se Eu Sou Senhor, onde está Meu temor? Ml 1:6 

Assim, não importa O Nome, se faz referência ao Eterno, deve ser feito com reverência, não de forma vã. 

Jesus Cristo que É Um com O Pai, também deve receber a mesma reverência: “Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são Seus, e qualquer que profere o Nome de Cristo aparte-se da iniquidade.” II 2:19   

Logo não houve mudança atinente a isso, entre um e outro Testamentos. 

Compartilhe este conteúdo:

Publicar comentário