Os alheios testes
Nossa utilidade como amigos
“Vós, porém, sois forjadores de mentiras, vós todos, médicos que não valem nada.” Jó 13;4
Se, Jó foi provado ao fim das suas forças, no aspecto da fidelidade a Deus, seus amigos também foram, no quesito da sua utilidade, em situações como aquela.
No verso acimo, vemos Jó reprovando-os cabalmente. “Médicos que não valem nada.”
Pois, por ineptos para entender o que se passava, pesaram sobre ele suas impertinências, atribuindo-lhe culpas que ela não tinha.
Invés de amenizarem sua dor, agravavam-na. “Oxalá vos calásseis de todo, assim passaríeis por sábios.” v 5 Desejou ele.
Como não lembrar um provérbio hindu: “Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que teu silêncio.”
“Eu também poderia falar como vós falais, se vós estivésseis em meu lugar; poderia amontoar palavras contra vós, contra vós menear minha cabeça.” Cap 16;4
Porém, falaria diferente: “Ao que desfalece devia o amigo mostrar compaixão; mesmo ao que abandona o temor do Todo-Poderoso.” Jó 6;14
Sejamos de préstimo aos aflitos, pois, invés de aumentarmos suas aflições. Muitas vezes, os alheios testes, não são, tão alheios assim.
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