Os dons cessaram mesmo?
Ou, é mero preconceito?
“Os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que também sobre os gentios se derramasse o dom do Espírito Santo; porque os ouviam falar línguas…” Atoa 10;45 e 46
Quem defende que, falar em línguas estranhas foi uma necessidade única do dia de Pentecostes, para que as muitas nações ali representadas entendessem, depois, o dom cessou, tem um problema nos versos supra.
Pedro pregava na casa de Cornélio; O Espírito Santo desceu sobre os que creram e falaram em línguas.
Havia dois povos: romanos, da parte de Cornélio, e judeus, os “da circuncisão”.
Se fosse concedido, apenas, falar a língua do outro, como foram romanos os que falaram, o relato teria dito que eles falaram hebraico, não, “línguas”. O argumento dos tais, se mostra incongruente.
Ignoro porque, a fixação com o dom de línguas; há muitos dons; fé, curas, maravilhas, ciência, sabedoria, profecia… teriam cessado todos, ou a cessação foi seletiva?
Quem fala, línguas depois faz criancices, é como outro que prega com sabedoria, depois peca. Dom é ferramenta; seremos julgados pelos frutos.
Compartilhe este conteúdo:
Publicar comentário