Os inconsequentes
Seria a vida uma festa?
“Melhor é ir à casa onde há luto que, onde há banquete; porque naquela se vê o fim de todos os homens; os vivos o aplicam ao seu coração.” Ecl 7;2
Por certo a ir a uma festa será mais desejável que a um velório.
Pelo proveito que se pode tirar de um e outro ambientes, aquele que leva a considerar o fim, invés de alienar-se, pareceu melhor.
Normalmente, o sentir, “valora” as coisas na terra dos homens. A questão colocada nem sempre é se determinada escolha é proba, moral, lícita. “Se te faz feliz, vá em frente.” O momento, não o fim; o sentimento, não o valor, acaba pautando escolhas.
O mesmo sábio pondera: “Há um caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte.” Prov 14;12
Por que buscar sabedoria, tão sisuda, se podemos buscar prazeres?
O risco de passarmos uma vida alheios ao Santo, é que nosso desprezo lhe enseje aversão, quando O quisermos, não nos queria mais. “Então clamarão, mas não responderei; diligentemente Me buscarão, mas não Me acharão.” Prov 1;28
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