Os mortos, vivos
A vida eterna
“Porque já estais mortos, e vossa vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então também vos manifestareis com Ele em glória.” 3;3 e 4
Noutra epístola Paulo explicou a “contradição”: “Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim, vos considerai mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor.” Rom 6:10 e 11
Morrer para o pecado não significa estar livre, de modo a não ser tentado; antes, ter domínio-próprio em Cristo, não ceder aos apelos pecaminosos da própria natureza; “Os que são de Cristo crucificaram a carne com suas paixões e concupiscências.” Gl 5:24
O fiel mesmo ainda sentindo os apelos naturais que pulsam, anelando pecar, não anda após essa inclinação; antes, após seu espírito regenerado. A essas renúncias necessárias o apóstolo chamou de “sacrifício vivo.” “… apresenteis vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” Rom 12:1
Isso O Salvador disse, quando ensinou que é preciso “perder” a vida para achar. Renunciar ao viver perverso, passageiro, por outro santo, eterno. “Não é tolo quem abre mão do que não pode reter, em troca do que não pode perder.” Jim Elliot
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