Os piores cegos
O mundo rudimentar
“… quando éramos meninos, estávamos reduzidos à servidão debaixo dos primeiros rudimentos do mundo.” Gl 4;3
Não significa que Deus estivesse aprendendo, evoluindo; antes, que o homem estava sendo ensinado, a partir de coisas toscas.
Quando vetava às “imundas”, atinentes à alimentação, purificação pós-parto, despojos de guerra, atinava à saúde dos Seus servos, mais que, coisas espirituais. Dizemos a uma criança perto dum risco: Caca! Deus dizia: Não toqueis; imundo!
Quando o repúdio foi citado ante O Mestre Ele explicou: “… Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, permitiu repudiar vossas mulheres; mas no princípio não foi assim.” Mat 19:8
Coisas como escravatura, poligamia, eram rudimentares; aceitáveis como permissão Divina, não como vontade.
Acaso Cristo, que manda orar pelos inimigos e abençoar quem nos amaldiçoa, ordenaria escravizar?
Quando Deus julgava um povo e destruía, como no Dilúvio e os cananeus, tinha justos motivos. Quem aponta para o Antigo Testamento como indigno de crédito, e Cristo como divorciado dele, não entendeu nada.
Sua anomalia interpretativa verte da ignorância ou, desonestidade intelectual.
Toda A Palavra é pura; até onde registra humanas impurezas. Se, fosse meramente livro humano, esconderia erros de Davi, Moisés, Abraão; não esconde nada.
Quem se perde acusando rudimentos de serem rudimentares, desnuda que padece da mais tosca e letal enfermidade; cegueira voluntária.
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