Os tempos trabalhosos
Dos últimos dias
“Nunca digas: Por que foram os dias passados melhores do que estes? Porque não provém da sabedoria esta pergunta.” Ecl 7:10
Quem já é avançado em dias, facilmente diria isso, se não meditasse, considerando os motivos.
À proporção que a vida melhora, pelo domínio dos meios, ela piora pelo apodrecimento dos fins.
Quanto mais favorável a vida se mostra, mais tende o homem aos vícios de toda sorte.
Eles são os mais variados; dos grosseiros, aos refinados.
Os mais crassos se referem à drogadição, promiscuidade, alcoolismo, violência… os intermediários; roubos, corrupção, perversões, adultério, mentira e assemelhados, que as pessoas “boas” cometem e seguem se sentindo “do bem”;
alguns mais sutis; malícia, maledicência, hipocrisia, egoísmo, vaidade excessiva, inveja, presunção… e, os que só com pente fino se consegue detectar: desonestidade intelectual, manipulação… enfim, são tantos.
Essas coisas sempre existiram; porém, à medida que o tempo avança, proliferam como moscas nos criadouros não são esterilizados.
Quanto menos os bons valores são cultivados, mais se sentirá um Allien, quem ainda os cultua, mesmo contra todos os ventos. O que a apóstolo Paulo chamou de “tempos trabalhos” nos últimos dias.
Quem possui bons valores enraizados no âmago, ajudado pelo Senhor, sobrevive a isso tudo. Porém, quem precisar aprendê-los nesse tempo, tem poucas chances de desenvolver tal, “albinismo moral”, infelizmente.
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