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Palavras agradáveis

Palavras agradáveis

Do coração puro

“Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante Tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!” Sal 19:14  

A presunção primeira é que, quem fala é responsável pelo que falou. Porém, se outrem entender de modo diverso, aquilo que falamos, a culpa não será nossa. 

Então, quando O salmista roga que suas palavras sejam agradáveis ao Senhor, a rigor, pede sabedoria para falar coisas que possuam essas qualidades. Não está pedindo ao Senhor que mude Seu Paladar, antes que ele próprio seja mudado, de modo a ter meditações e falas, de acordo com os padrões celestes. 

Nos provérbios encontramos um conselho atinente a isso: “Confia no Senhor de todo teu coração, não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, Ele endireitará tuas veredas. Não sejas sábio aos teus próprios olhos; teme ao Senhor e aparta-te do mal.” Prov 3:5 a 7 

Antes que as nossas palavras sejam agradáveis ao Santo, se faz necessário que as meditações do coração o sejam.  

Essa é a fonte, donde nosso falar e nosso agir fluirão; “Sobre tudo que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.” Prov 4:23 

Quando rogamos pela coisa certa, podemos contar com a resposta favorável do Eterno. 

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