Pecados ocultos
Ou ocultados
“Quem pode entender seus erros? Purifica-me Tu dos que me são ocultos.” Sal 19:12
Geralmente há dois tipos de pessoas, atinente às faltas; aquela que “nunca erra”, nunca admite que erra; é a honesta que sabe dos seus tropeços, e cogita, como Davi, que ainda haja outros escondidos.
As pessoas de boa índole tendem a pretender ser ainda melhores; as más, não se preocupam com isso, se sentem boas o suficiente.
Spurgeon dizia que, tratamos nossos scomo um fruticultor trata seus frutos. Escolhe os mais viçosos e expõe na feira; porém, há muitos outros ainda, no pomar.
Assim, confessaríamos os pecados mais toscos apenas, e faríamos vistas grossas aos demais.
Pois, faremos bem em desconfiar que somos mais aptos a pecar, que, a entender isso. “Quem pode entender seus erros? Purifica-me Tu dos que me são ocultos.”
A omissão dum bem que poderíamos ter feito, aos Divinos olhos se mostra pecaminosa; “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não faz, comete pecado.” Tg 4:17
No direito se diz: “In dúbio; pró réu.” Em caso de dúvidas o magistrado decidirá a favor do réu. O risco de errar seria menor.
Nos pecados, em caso de dúvidas, contra o réu; certamente pecamos mais que podemos ver, e ousamos admitir. Quem tenta esconder seus erros, comete mais um.
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