Carregando agora
×

Piores que o pródigo

Piores que o pródigo

Acessório do escuro

“O mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me toca. Repartiu-lhes, pois, seus haveres. Poucos dias depois, o filho mais moço ajuntando tudo, partiu para um país distante, e ali desperdiçou seus bens, vivendo dissolutamente.” Luc 15;12 e 13 

O mais moço. Geralmente a pouca idade, é mais afeita às aventuras, que ciosa dos deveres.  

Por isso, na separação de obreiros é desaconselhada a presença de neófitos. Antes do homem ser exercitado nos meandros da vida, pauta-se mais pelos próprios devaneios, que por algum referencial sóbrio. 

A sina vindoura não surpreendeu o pródigo; sabia o que tencionava fazer. Estava disposto a se esbaldar em prazeres, de um modo vergonhoso; qual sua precaução? Foi a um país distante. 

Convencido que certas escolhas pegariam mal, invés as não fazer, usou o “escuro” como acessório. Se afastou dos constrangimentos, não, dos pecados. 

“O sangue jovem não obedece a um velho mandado”. Voltaire.  

Ainda agiu melhor, que uns, dos dias atuais, que fazem suas impudicícias todas, enquanto exercem “ministérios”.  

De tudo se pode acusar ao pródigo; menos, de falta de noção. Esses profanos, de falta de noção, vergonha, caráter… Ninguém é obrigado a servir. Mas se o fizer, faça de modo probo. 

Compartilhe este conteúdo:

Publicar comentário