Preferência pelo engano
Vigilância relapsa
“Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.” Ef 5:6
A retórica tem sua “lógica” própria. “Ninguém vos engane”; parece uma ordem que deveria ser dada aos potenciais enganadores; como quem coloca um aviso no pátio: “Cuidado! Cão feroz.”
Na verdade, o que o conselho pretende dizer é: Não se deixem enganar por ninguém.
Na continuação da exortação algumas coisas mais a observar: “com palavras vãs.” Quando damos a palavras assim, um peso que não possuem, estamos sendo negligentes com a, que têm um teor vital. “… porque por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.”
Se, incorremos nalguma desobediência, nem fomos enganados; fizemos uma escolha consciente, pela lábia fútil que nos chamou ao erro e atendemos.
Se uma postura relapsa, quanto à vigilância, desperta a Ira Divina, certamente é porque fomos culpados.
Por não suportar mais à Palavra, os apóstatas buscariam ensinadores de erros, é a Divina advertência; “… não suportarão a sã doutrina; mas, tendo coceira nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as próprias concupiscências; desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.” II Tim 4;3 e 4
“Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e coisas que acompanham a salvação”. Heb 6:9
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