Processo da salvação
Fomos capacitados a escolher
“O Senhor Deus abriu-me os ouvidos, e não fui rebelde, nem Me retirei para trás. Ofereci Minhas costas aos que me feriam, Minhas faces aos que Me arrancavam a barba; não escondi Meu rosto dos que Me afrontavam e cuspiam.” Is 50;5 e 6
Esse texto é um vaticínio da vinda do Messias. Esvaziado, viria como homem, para representar o homem na luta contra o pecado, e redimi-lo.
A relação apresentada é a mesma que tem conosco, uma vez, reconciliados, Nele. Passamos por processo semelhante. Ao ouvir a Boa Nova, temos nossos “ouvidos abertos”.
Isto é: Somo convencidos pelo Espírito Santo, da nossa condição e necessidade. Por nos tornar a reconciliação possível, não a faz uma impõe, como defendem os que, a pretexto se salvaguardar à Divina Soberania, atribuem injustiças ao Altíssimo.
Todo o pecador, nalgum momento, poderá dizer: “O Senhor me abriu os ouvidos.”
“Eu não fui rebelde nem voltei atrás”, infelizmente, são poucos. Longe disso nos dar mérito para salvação, como acusam os calvinistas, enfatiza à Justiça de Deus, que, pontualmente possibilita o arbítrio, e respeita à escolha feita.
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