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Proximidade perigosa

Proximidade perigosa

Perfil dos traidores

“… O que põe comigo a mão no prato, esse Me há de trair.” Mat 26:23 

Uma coisa “necessária” ao traidor é que seja alguém chegado, colega, amigo ou familiar, daquele a quem trairá. Como dizia Voltaire; “Que Deus me livre dos meus amigos; dos inimigos eu me cuido.” 

Nossos inimigos são fiéis. Sempre nos desejam ou fazem, o mal. Nenhuma surpresa, nada inesperado. Para um inimigo “trair” nossa desconfiança nele, seria preciso que contrariasse nossas expectativas, e pontualmente agisse como nosso amigo. 

O que metia a mão no prato com Jesus, era um que partilhava das refeições com Ele. De quem mais se esperaria fidelidade, senão, dum que tivesse estreito relacionamento? 

Por isso a advertência bíblica que não sejamos muito “próximos” daqueles, cujas motivações são distantes. “Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for avarento, fornicador, idólatra, maldizente, beberrão ou roubador; com o tal nem ainda comais.” I Cor 5:11 

Notemos que, a advertência não é contra os maus; antes, contra nos assentarmos à mesa com os que, se dizendo nossos irmãos, ainda agem como os maus. Por que permitiríamos que gente com esse lapso de caráter privasse conosco?  

A traição, necessariamente, surpreende. O mal que está óbvio, é mais imprudência de quem não evita, que, perfídia. 

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