Reconstrução dos muros
Fim da vergonha
“…vinde e edifiquemos o muro de Jerusalém, para que não estejamos mais em opróbrio.” Ne 2;17
Jerusalém estivera naquela situação por quarenta anos. Para a maioria aquilo era normal. A Neemias, que orara e jejuara por aquela situação, antes de pedir o favor do Rei, ela representava opróbrio, vergonha.
Se, não nos incomodarmos com coisas vergonhosas, esse será nosso “normal”.
Porém, quando algo notadamente vergonhoso nos entristece, e decidimos lutar contra, como fizera Neemias, a própria Mão do Eterno abre oportunidades para a luta.
O favor do Rei e o anúncio disso ao povo, foi combustível para se pusessem a trabalhar. “Então lhes declarei como a mão do meu Deus me fora favorável, e as palavras que o rei me tinha dito. Eles disseram: Levantemo-nos, e edifiquemos. Fortaleceram as mãos para a boa obra.” Cap 2;18
Invés de aceitarmos às coisas que envergonham devemos ter aversão; “… rejeitamos as coisas vergonhosas, não andando com astúcia…” II Cor 4;2
Os que se incomodaram com a vergonha foram fortalecidos para restabelecer a honra. Não normalizemos o vício; “Quem muito vai ao mercado de peixes, acaba acostumado ao mau cheiro.”
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