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Restauração dos muros

Restauração dos muros

Das vidas

“… Que fazem estes fracos judeus? Se permitirá isto? Sacrificarão? Acabá-lo-ão num só dia? Vivificarão dos montões do pó as pedras que foram queimadas? Estava com ele Tobias, o amonita, e disse: Ainda que edifiquem, contudo, vindo uma raposa, derrubará facilmente…” Ne 4:2 e 3 

Quando os judeus estiveram cativos por setenta anos, seus vizinhos jamais se incomodaram; as ruínas de Jerusalém e do Templo, pareciam a eles, a coisa certa; tudo estava “normal.” 

Tendo O Senhor usado o Rei da Pérsia para dar permissão, Neemias e os seus para restaurar os muros da cidade, isso os incomodou. 

Usaram todos os tipos de estratagemas para estragar, atrapalhar a obra. 

Usaram zombaria, o escárnio visando esmorecer o ânimo dos trabalhadores. 

Mais ou menos o mesmo, acontece com nossas vidas. Quando estão arrasadas pelos vícios, maus hábitos, escravidão de toda sorte, está “tudo bem”, ninguém se incomoda conosco. 

Ouse alguém ouvir o chamado do Senhor, comece mudar de vida, ambientes, atitudes; presto os “vizinhos” se manifestarão. 

Chamam à fé de “discurso de ódio”, ao fiel acusam de fanatismo; a mudança de vida pela qual passa, de manipulação. 

Como fez Neemias, se manteve vigilante quanto aos riscos, no mais, desprezou os barulhos adjacentes e focou no alvo, façamos também. 

Das nossas ruínas, Deus fará uma “cidade nova”. 

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