Salvador e juiz
Em dois tempos
“Julgará com justiça os pobres, decidirá com equidade em defesa dos mansos da terra; ferirá a terra com a vara de Sua boca, com o sopro dos Seus lábios matará o ímpio.” Is 11;4
O Messias. Tanto Suas Palavras serviriam como defesa dos injustiçados, quanto, condenação dos injustos.
Os escarnecedores valoram à Palavra como mito; alguns descem mais, chamando de “gibíblia”, insinuando que não passa duma distração infantil.
O Senhor advertiu quanto o risco das palavras ociosas, que acabarão, no juízo, contra seus autores.
Aos judeus que achavam que o julgamento viria segundo a, O Salvador ensinou: “Se alguém ouvir Minhas Palavras, e não guardar, Eu não o julgo; pois, vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo. Quem Me rejeita, e não recebe Minhas Palavras, já tem quem o julgue; a Palavra que tenho pregado, essa o julgará no último dia.” Jo 12;47 e 48
Se, na primeira vinda Ele não veio como juiz, mas como Salvador, na segunda, julgará; segundo as mesmas palavras que ensinou. Então, “ferirá a terra com a vara de sua boca, com o sopro dos seus lábios matará o ímpio.”
Parece ousado, corajoso zombar das coisas santas em tempos de calmaria. Na hora do juízo, não terá graça nenhuma.
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