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Teólogos genéricos

Teólogos genéricos

Pecadores genéricos

“Toda a oração e súplica, que qualquer homem de todo o Teu povo Israel fizer, conhecendo cada um a chaga do seu coração…” I Rs 8:38 

Salomão orando na dedicação do Templo; chama atenção uma ressalva que ele fez como necessária ao eventual suplicante; deveria orar a Deus, “conhecendo a chaga do seu coração.” 

Confissão de pecados não deve ser genérica; Senhor, perdoa meus pecados. Quais? Qual você reconhece que cometeu, do qual, estás arrependido?  

No exemplo do publicano e do Fariseu, O Salvador tencionou evidenciar a superioridade da humildade sobre a arrogância. E na oração do Pai Nosso, a ordem das coisas. Primeiro O Nome, O Reino e a Vontade de Deus, depois, nossos pecados e necessidades. 

A confissão deve tocar no ponto certo; “… sou um homem de lábios impuros…” Is 6:5 “O que encobre seus pecados nunca prosperará; o que os confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Não sejamos genéricos se, podemos ser precisos.  

Igualmente, os que criticam à “religião, aos religiosos, ao sistema;” suas falas não passam de platitudes; seu motor é a arrogância por pretender estar acima. Todo ensino pode ser examinado, criticado, rejeitado. Todavia, quem o fizer, tenha honestidade de expor os motivos e os alvos. Senão, o silêncio será melhor. Teólogos “genéricos” não fazem bem nenhum, à Obra de Deus. 

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