Valores ou interesses
A mentira
“O justo odeia a palavra de mentira, mas o ímpio faz vergonha e se confunde.” Prov 13:5
A segunda parte da sentença, como que, explica a primeira. Se o ímpio está em oposição ao justo, que odeia à mentira, e faz vergonha, se confunde, é porque lança mão da mentira como “recurso”; e colhe do que ela pode produzir. Vergonha, confusão.
Atualmente o que muito se vê são as defesas ideológicas, a despeito de valores. Pouco importa ser verdade ou mentira; dependendo de quem beneficie, ou, a quem prejudique, a coisa valerá.
A defesa de valores acima de interesses, eventualmente colocará alguém a lutar consigo mesmo. Admitir um mau passo, buscar o reparo possível, para esse.
Só quem abomina à mentira pode chegar a uma sobriedade assim. Em Cristo somos ensinados a abraçar a isonomia; “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lhes também, porque esta é a Lei e os profetas.” Mat 7:12
A verdade sempre nos será favorável, bem como, a mentira, danosa. Não pretende, um justo, entrar por um caminho, cujo desfecho termine em confusão, vergonha.
Os que topam tudo por interesses, fazem mal a si mesmos; põem no lixo venturas eternas, por facilidades momentâneas, deletérias.
“Faze-me andar na vereda dos Teus mandamentos, porque nela tenho prazer.” Salm 119:35
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