Os exemplos
O ciúme dos maus
“Ainda que tu, ó Israel, te queiras prostituir, contudo não se faça culpado Judá; não venhais a Gilgal, não subais a Bete-Ávem nem jureis dizendo: Vive O Senhor.” Os 4;15
Época do reino dividido; dez tribos que ficavam ao norte, eram chamados, Samaria, ou, Israel. As duas do Sul, Benjamim e Judá, onde ficara o templo, e Jerusalém, eram chamadas, Judá.
Pois, o reino do norte adotara para culto, dois bezerros de ouro, um em cada extremidade do País, um em Dã, outro em Berseba.
Essa prostituição espiritual, invés de encontrar objeções dos de Judá, estava emulando-os, desafiando-os a fazer semelhante.
Nesse contexto o profeta falou: Se Israel quer se prostituir, não os imite, Judá.
Olharmos para o exemplo de quem está fazendo coisas flagrantemente erradas, embora, nada lhes aconteça de modo imediato como consequência, não deveria nos causar ciúmes, antes, consternação, pena.
Por não ser o juízo imediato, não significa que ele não virá. Invés de provocados pelos maus exemplos que vemos, fomos chamados a ser “provocadores” pelos bons, que deixamos ver em nós. “Assim resplandeça vossa luz diante dos homens, para que vejam vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” Mat 5;16
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