O silêncio Divino
A humana omissão
“Por muito tempo Me calei; estive em silêncio, Me contive; mas agora darei gritos como a que está de parto…” Is 42:14
A Divina paciência é longanimidade. Todavia, invés de usar essa qualidade ao seu favor, o ser humano usa contra; “Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para fazer o mal.” Ecl 8:11
Quem faze má leitura da Divina paciência, em tempo terá que lidar com os fatos dos quais tenta se omitir; “Estas coisas tens feito, e Me calei; pensavas que era tal como tu, mas Eu te repreenderei; as porei por ordem diante dos teus olhos.” Sal 50:21
Quem cala consente tem seu valor nas relações interpessoais. Deus fala e silencia esperando nossa resposta.
O “silêncio” Divino é espera para que reajamos devidamente. “Ele te declarou, ó homem, o que é bom; que é o que o Senhor pede de ti, senão que pratiques a justiça, ames a benignidade e andes humildemente com teu Deus?” Mq 6:8
Assim, o “silêncio” é uma releitura da nossa omissão. Precisando falar de novo o que já nos disse, possivelmente não será uma fala amistosa. “… darei gritos como a que está de parto…”
Então, “… se ouvirdes Sua Voz, não endureçais vossos corações…” Heb 3:15
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