O dia da morte
Como evitar?
“Nenhum homem há que tenha domínio sobre o espírito, para reter o espírito; tampouco, tem ele poder sobre o dia da morte…” Ecl 8:8
Dizem que na agonia da morte as pessoas falam a verdade, mesmo nas coisas que as comprometem. Como se, no último instante resolvessem, enfim, funcionar segundo o “programa” original. Não fomos criados para mentir.
Quando as pessoas acreditam ter ainda muitos dias, agem como se, a admissão da verdade fosse fraqueza, ou, causasse prejuízos. Porém, aberta a porta rumo à eternidade, já não correm esses “riscos” mais.
Isso acaba sendo uma demonstração que, os interesses, mais que os valores, pautaram suas escolhas durante a vida.
O “problema” do Evangelho é que somos convidados a dar um trono que, supúnhamos nosso, ao Senhor. “Negue a si mesmo tome a cada dia sua cruz e siga-me.”
A decisão sobre a rendição a Cristo, é uma “morte” sobre a qual somos chamados a exercer nossa escolha; se a queremos suportar, ou não. “Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos batizados na Sua morte?” 6;3
Os que abraçam essa morte, pela submissão ao Senhor, já não temem o dia da morte, estrita, quando vier. Podem falar como Paulo: “Porque para mim viver é Cristo, e morrer é ganho.” Fp 1:21
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