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Segundo casamento

Segundo casamento

O resgate de Cristo

“De sorte que, enquanto viver o marido, será chamado adúltera, se for de outro; mas, se ele morrer, ela está livre da lei; não será adúltera se for de outro marido.” Rom 7;3 

Paulo comparando a relação do Senhor com Israel, a um casamento. O Senhor mesmo fizera isso; “Deveras, como a mulher se aparta aleivosamente do seu marido, assim aleivosamente te houveste Comigo, ó casa de Israel, diz o Senhor.” Jr 3;20 etc. 

Os que estavam “casados” com O Eterno pela Lei precisavam vê-la “morrer” para, depois da “viuvez” poder pertencer a outro.  

A Lei não removia pecados, manifestava-os; o “negue a si mesmo” é o necessário “pedido de falência” daquele que se reconhece inepto para viver sem pecados, como a perfeita obediência demandaria. Como não posso me salvar, me submeto Àquele que pode. “Não sabeis que daquele a quem vos apresentais como servos para obedecer, sois servos; seja do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?” Rom 6;16 

Assim, os que reconhecem Cristo como Salvador e Senhor, buscam socorro onde Deus o proveu; “A lei se tornou nosso aio, para nos conduzir a Cristo, a fim de que pela fé fôssemos justificados.” Gl 3;24 

A conversão a Cristo é a “morte” que nos é requerida, pelas nossas transgressões. “Ou, porventura, ignorais que todos quantos fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na Sua morte?” Rom 6;3 Essa identificação com Ele em obediência ao Pai, é o “jugo” que todos os que pretendem ser salvos, devem tomar. 

A conversão, tanto nos “mata”, quanto, nos justifica; “Sabendo isto, que o nosso homem velho foi crucificado com Ele, para que o corpo do pecado fosse desfeito, a fim de não servirmos mais ao pecado. Pois quem está morto está justificado do pecado.” Rom 6;6 e 7 

A suma é que, tendo a Lei morrido para nós, por dar indevidamente, o salário do pecado a um Inocente, O Único que a cumpriu cabalmente; a punição que recebeu caberia aos pecadores, por ela, Cristo redimiu todos que O recebem; estamos livres para “casar novamente” agora com nosso Salvador. 

É espúria a pretensão legalista dos que, se dizendo de Cristo, ainda guardam lembranças do “antigo marido.” Paulo foi categórico: “Cristo nos resgatou da maldição da Lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro.” Gl 3;13 

Logo, “Separados estais de Cristo, vós que vos justificais pela Lei; da graça decaístes.” Gl 5;5 Os que nos condenam pela não guarda do sábado, carecem urgente, de melhor entendimento. 

Porque, um que foi liberto da Lei, se, depois de conhecer ao Redentor ainda tencionar voltar a ela, é como uma mulher divorciada que torna ao seu marido; “… Se um homem despedir sua mulher, e ela se desligar dele, se ajuntar a outro homem, porventura tornará ele mais para ela? Não se poluiria toda aquela terra…” Jr 3;1 Tais misturas não cabem no Divino plano. 

Sobre os que retornam a essas coisas superadas, Paulo disse mais: “Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo a mim mesmo transgressor. Pois eu pela Lei morri para a Lei, a fim de viver para Deus.” Gãl 2;18 e 19 

Não que em Cristo tenhamos carta branca para pecar; Seus Ensinos são nossa Lei. “Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, livrou da lei do pecado e da morte.” Rom 8;2 

O Salvador resumiu os dez mandamentos a dois, amor a Deus e ao próximo; disse que desses dois, depende toda a Escritura.  

O mesmo Paulo mostra a prisão do homem de boas intenções sem Cristo; “Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na Lei de Deus; mas, vejo nos meus membros outra lei guerreando contra a lei do meu entendimento, me levando cativo à lei do pecado, que está nos meus membros.” Rom 7;22 e 23 

Aos que O receberam, O Salvador capacitou regerando espiritualmente, para que possam, doravante, agir como filhos de Deus. “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam. Mas, a todos quantos O receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes poder de se tornarem filhos de Deus;” Jo 1;11 e 12  

Tratando das mesmas questões, dos judaizantes tentando se infiltrar entre os cristãos de Colossos, Paulo foi preciso: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa de dias de festa, de lua nova, ou de sábados, que são sombras das coisas vindouras; mas o corpo é de Cristo.” Col 2;16 e 17 

A razão é mui lógica; “Se morrestes com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos sujeitais ainda a ordenanças, como se vivêsseis no mundo.” Col 2;20 

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