Santidade
necessária ousadia
“… rejeitamos as coisas ocultas, que são vergonhosas, não andando com astúcia, nem adulterando a Palavra de Deus; mas, pela manifestação da verdade, nós nos recomendamos à consciência de todos os homens diante de Deus.” II Cor 4;2
Em geral, as pessoas culpadas de algo, encenam as mais “inocentes” aparências, como um álibi que as afasta dos locais dos seus “crimes.” Assim os hipócritas, com seus atos viciosos e os discursos virtuosos.
Pois, a afirmação de Paulo traz uma cadeia de eventos que requer pureza mesmo. Não basta a encenação teatral.
Rejeitar as coisas ocultas é não ter nada para esconder, e recusar-se a um vir a ter; não usar de astúcia é dispensar maquiagens; não adulterar à Palavra de Deus, é zelar pela saúde da própria alma; desejar a manifestação da verdade, é um atestado de inocência, de probidade; por fim, recomendar-se às consciências diante de Deus, é uma ousadia que apenas a santidade se atreveria a ela.
Pois, O Eterno não espera menos dos Seus; “Porquanto está escrito: Sereis santos, porque Eu Sou Santo.” I Ped 1;16
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