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O vazio é ostensivo

O vazio é ostensivo

Religiosidade

“Porque os fariseus, e todos os judeus, conservando a tradição dos antigos, não comem sem lavar as mãos muitas vezes;” Mc 7;3 

Tendemos a gostar dessas coisas; de ritos e cerimônias que fazem a “santidade” visível, ostensiva. 

Nesses casos o alvo é o aplauso humano. O Salvador não tinha em alta conta essa postura; antes, disse: “… Vós sois os que justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece vossos corações, porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação.” Luc 16:15 

Termos eventual reconhecimento humano em mais alta conta que a Divina aprovação, é já um indício preocupante; desvio de finalidade erro de alvo.  

A excessiva preocupação com a aparência patrocina a religiosidade; o alvo sadio deve ser o relacionamento com Deus. “Mas a hora vem, agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. Deus é Espírito; importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade.” Jo 4:23 e 24 

A vida espiritual sadia, embora produza reflexos visíveis, não pulsa para esse fim; antes, para Deus. Como agimos. onde e quando ninguém nos vê, será um melhor aferidor de nossa relação, que, a efervescência oca, da religiosidade de plateia. 

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