Tempo de se arrepender
O risco de deixar para depois
“Porquanto não se executa logo o juízo sobre a má obra, o coração dos filhos dos homens está inteiramente disposto para praticar o mal.” Ecl 8;11
Mais um aspecto que difere a obediência por amor, de outra, por temor. A que não tem eventual castigo como motivação, antes, se estabelece no desejo de agradar a Deus, é infinitamente superior à “obediência” que precisa da ameaça de uma punição.
A ideia de que não haverá um juízo imediato, e a certeza que Deus É “Grandioso em Perdoar”, como que, “patrocina” a resiliência pecaminosa daqueles que ainda não amam a Deus.
Por isso, João equaciona o perfeito amor, à ausência de temor; “No amor não há medo antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o medo envolve castigo; quem tem medo não está aperfeiçoado no amor.” I Jo 4;18
Tanto é verdade que a punição Divina não é imediata, quanto, que o risco de morrermos sem tempo para reconciliação com Deus, campeia. Por isso, “Enquanto se diz: Hoje, se ouvirdes Sua Voz, não endureçais vossos corações…” Heb 3;15
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