Os escravos dos bens
Mais do mesmo, e falta, do que é mais
“Há um que é só, não tendo parente, filho, irmão; contudo, seu trabalho não tem fim, seus olhos se fartam de riquezas. Ele não pergunta: Para quem estou trabalhando e privando do bem, minha alma? Também isso é vaidade a e enfadonha ocupação.” Ecl 4;8
Quem jamais viu situações assim? Um que vive só, possui riquezas bastantes, e ainda assim, escraviza-se no labor; passa pela vida sem entender por que vive?
Cegueira para as realidades transcendentes é até compreensível, nos que, ainda não desenvolveram uma compreensão espiritual.
No entanto, nosso rico avarento, em apreço, está cego mesmo acerca das coisas terrenas. Escraviza-se, a um despropósito que deriva mais duma compreensão errônea, que, uma necessidade prática. Falta-lhe luz e ele se estraga em demanda do que já tem.
Paulo foi didático: “Nada trouxemos para este mundo, nada podemos levar; tendo, porém, alimento e vestuário, estaremos com isso contentes. Os que querem tornar-se ricos caem em tentação, laço, e muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição.” I Tim 6;7 a 9
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