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Os filhos de Deus

Os filhos de Deus

E os filhos da outra

“Pelas quais coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.” Col 3;6 

Muito se discute, se o homem possui ou não, o chamado livre arbítrio. A rigor, a expressão soa meio redundante.  

Se, tenho poder de arbitrar sobre algo, sou livre para fazê-lo. O arbítrio precisa ser, necessariamente, livre. Porém, talvez a expressão pretenda abarcar a ideia que, o sujeito decide sem sofrer nenhuma coação, apenas conforme lhe parecer melhor. 

Do homem natural, concordo com Schopenhauer: “Dada a índole e o motivo, a ação resulta necessária”. O homem seria uma espécie de autômato dos próprios vícios. 

Paulo ecoou; “Agora, porém, não sou mais eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.” Rom 7;17 

Só após a conversão o homem passa a ter escolhas; “Mas, a todos quantos o receberam, aos que creem no Seu Nome, deu-lhes poder de se tornarem filhos de Deus;” Jo 1;12 

Então, os homens podem agir segundo os Céus; os que assim não fazem, preferindo ainda os vícios, descem dessa ventura, para a condição de filhos da desobediência. 

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