Prosperidade dos iníquos
Inveja dos malfeitores
“Não te enfades por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam iniquidade.” Sal 37;1
Um conselho um tanto óbvio, para quem pretende ter contato com Deus. Contudo, nem sempre o óbvio é tão elementar assim.
Tendemos a observar o caminhar do próximo, vendo, aonde os caminhos dele, aparentemente, o levam.
Quando iníquos prosperam, arriscamos supor que Deus os aprova, que, sua ventura momentânea seja o fruto do seu caminhar, sua recompensa.
Pois, quando nos adverte que não tenhamos inveja dos iníquos e malfeitores, subentende-se que esses usufruiriam, eventualmente, situações “invejáveis”; se os maus colhessem infortúnios imediatos, a exortação sequer faria sentido.
Quando Agur, o levita, cogitava sobre isso também sofreu seus abalos. Depois, refez. Venturas temporais não são, nuances do Divino galardão. “Quando me esforçava para compreender isto, achei que era tarefa difícil para mim, até que entrei no santuário de Deus; então percebi o fim deles. Certamente Tu os pões em lugares escorregadios, os lanças para a ruína.” Sal 73;16 a 18
Quando A Palavra diz para não fazermos algo, isso é o melhor para nós.
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